Janelas do meu apartamento, que me permitem apreciar, todos os dias, a qualquer hora, as copas verdes das árvores, pássaros variados e muito céu...
Janelas do meu carro ou de outros automóveis, do ônibus em que viajo, por onde passam ruas, pessoas, paisagens...
Janelas de tantos lugares que frequento, casas de amigos, escritórios, hotéis...
Mas acima de tudo meus olhos, que, somados ao sentimento e à emoção, conseguem captar essas imagens, imobilizadas através de uma câmera fotográfica, rabiscos desenhados sobre um papel, ou até mesmo palavras.




segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Expointer 2011

Entre os dias 27 de agosto e 4 de setembro aconteceu, no Parque de Exposições Assis Brasil, na cidade de Esteio - RS, a 34º Expointer (Exposição Internacional de Animais, Máquinas, Implementos e Produtos Agropecuários), uma das maiores exposições-feira do mundo.
Há anos eu não visitava a feira então, sábado passado, fui lá, com minha irmã e uma amiga. Adoro ver e estar no meio daqueles animais, touros musculosos , vacas leiteiras com seus úberes enormes, ovelhas e carneiros com aquelas capas espessas de lã, cavalos de raça, imponentes, lindos, bem tratados, e outros bichinhos menores, coelhos, aves, chinchilas.
Nunca estive numa fazenda de verdade, mas muito ouvi minha avó contar da fazenda de sua infância. Talvez por isso eu tenha esse gosto, uma espécie de nostalgia do nunca visto, nunca presenciado, mas desde muito tempo desejado. Algo que tem sabor de família reunida, muita alegria, e antepassados que gostaria de ter conhecido.
Mas... voltando à atualidade...
Foi um dia de sol, calor e... muita gente !!!! Uma multidão.
Mas valeu a pena.
Valeram a pena os oitenta minutos levados para conseguir entrar no estacionamento, mais a meia hora de fila para comprar ingressos e, finalmente, entrar na feira. Passamos o dia lá, nos divertimos, tiramos muitas fotos, almoçamos muito bem, no 'Cavalo Crioulo' na alameda dos restaurantes. Mais tarde saboreamos uns doces de Pelotas no pavilhão de produtos e artesanato e compramos algumas coisas no pavilhão internacional.
Deu para cansar, mas um cansaço gostoso, depois de algumas horas de lazer e momentos agradáveis.

Flagrantes da feira

Os sorrisos da feira
Cabeças e penteados que fizeram a diferença
O descanso dos peões e o cavalo que espia

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Ainda as Aves do Parcão

Que estará observando esta graciosa pardoquinha?

Pardal fêmea
 Mesmo dando a impressão de distração, ela estava totalmente atenta e com meus movimentos, ainda que lentos e cuidadosos, logo ela abandonou seu momento de introspecção ou devaneios e virou a cabecinha, como que numa repreensão por ter sido perturbada. Mas depois entendeu que eu estava apenas observando sua delicadeza. Permanecemos ambas ali algum tempo ainda, cúmplices na observação daquele mundinho de sol, cores e natureza ao nosso redor.

Pardal fêmea

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Flores de fim de inverno

Hoje à tarde em uma saída à pé para cumprir compromissos, avistei a beleza que aqui acabo de colocar.
A despeito da chuva, do dia gris, da falta de contrastes, este pé de Azaleias fosforescia aos olhos dos transeuntes. E, como não podia deixar de ser, também eu fui cativada pela intensidade de sua cor e profusão de flores. Tive de parar. Mas não estava de posse de minha boa e companheira câmera fotográfica. Como fazer então para não deixar de guardar uma imagem daquela beleza cor-de-maravilha? Lembrei de repente do celular, afinal, estes aparelhinhos que antes serviam apenas para conversar agora fazem de tudo. Que alívio !!!!
Pude dessa forma fazer algumas fotos das quais escolhi esta que, devido a não possuir uma grande qualidade, confesso, tive de retrabalhar um pouco para conseguir deixá-la semelhante ao que de fato vi.

Azaléias

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Marrequinha Modelo Fotográfico

Muito tranquila e elegante ela passeava pelo gramado, em torno do lago e eu a observá-la. De repente parou talvez na dúvida entre continuar sua caminhada ou pular para dentro d'água e nadar um pouco, naquele dia ensolarado, embora ainda bastante frio.

Marreca-caneleira meditativa

Em meio a esse 'pensar' da marrequinha (ou marrequinho), empunhei minha câmera fotográfica e ela viu!!!
Ficou encabulada. Escondeu a carinha entre as penas e ficou assim por algum tempo.

Marreca-caneleira encabulada

Depois tomou coragem, provavelmente em função de alguma coisa que a tartaruga, lá de trás apontou para ela. Então virou para mim, para a câmera e quase que me disse: - podes me fotografar o quanto quiseres.
Assim eu fiz, muitas e muitas fotos.

Marreca-caneleira  posando para foto

Ela esperou pacientemente até que nos despedimos. Quando eu ía saindo, ainda avistei-a bebendo um pouquinho d'água - pois posar para fotos deve dar sede.

Marreca-caneleira bebendo água

 Logo entrou no lago, lampeirinha e - tive a impressão - com um ar sorridente, e foi se afastando, deixando um rastro crespo na água colorida pelo verde das árvores e o azul do céu.

Marreca-caneleira nadando no lago do Parque Moinhos de Vento

Fonte de informações: http://www.wikiaves.com.br/marreca-caneleira

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Pôr-do-sol

Minha avó contava que a hora do crepúsculo na campanha, onde ela passou sua infância, era uma hora triste. Nunca vi o crepúsculo na campanha. Para falar a verdade, nunca estive na campanha. Mas já vi crepúsculos, e foram imagens muito lindas. Para mim, não inspiram tristeza, e sim admiração e um certo fascínio.
Talvez, se um dia eu puder observá-lo em alguma paisagem da campanha, eu venha a sentir aquela mesma sensação descrita por ela. Mas independente de sentimentos ou opiniões, esses momentos produzem visões de uma grande e irrefutável beleza.

Pôr-do-sol no rio Guaíba em Porto Alegre - RS,
visto da janela do apartamento de uma amiga

Pôr-do-sol observado da janela do ônibus em viagem
de Pelotas para Porto Alegre - RS

Pôr-do-sol em Gramado - RS, visto da janela da casa de meus pais


terça-feira, 23 de agosto de 2011

Faquir

Com tantas árvores de galhos lisos e confortáveis, por que será que esta rolinha escolheu justamente a árvore mais espinhenta das redondezas para pousar e fazer sua toalete?

Rolinha fazendo a toalete

Rolinha ou Pomba-de-bando

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Elas estão ressurgindo...

Ao andar pelas ruas, há muito tempo não as víamos, mas, de repente, quase da noite para o dias, elas ressurgiram e já estão se fazendo notar, com seu colorido variado, diversidade de formas e beleza, alegrando nossos olhos e perfumando o ar.
São as flores, dizendo ao inverno que está na hora dele terminar.

Azaléia em botão

Azaléia

Flores do Ipê Rosa

Corticeira

Caliandra